quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Saúde libera recursos para campanha contra hanseníase em oito estados
Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (9) no Diário Oficial da União autoriza o repasse de R$ 193 mil em recursos federais para a Campanha Nacional de Hanseníase, Verminoses e Tracoma em oito estados: Acre, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo.
De acordo com o texto, a hanseníase, as verminoses e o tracoma têm distribuição heterogênea no Brasil e as altas cargas dessas doenças comprometem a interrupção da cadeia de transmissão e a eliminação desses quadros como problemas de saúde pública.
Ainda segundo a publicação, “persiste a dificuldade de acesso à rede de serviços de saúde pelas populações mais vulneráveis, refletindo diretamente na detecção e adesão ao tratamento”.
A Campanha Nacional de Hanseníase, Verminoses e Tracoma tem como objetivos: a identificação de casos de hanseníase por meio de busca ativa em alunos com sinais e sintomas da doença; o tratamento de verminoses; o diagnóstico e o tratamento do tracoma; e o tratamento coletivo para esquistossomose em municípios com percentual de positividade acima de 25%.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Mercado prevê mais inflação e queda maior do PIB em 2015 e 2016
O mercado ficou mais pessimista em relação ao futuro da economia brasileira. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, a expectativa é de mais inflação e retração maior da economia brasileira tanto em 2015 quanto em 2016.
O documento, conhecido como Focus, é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras, e mostra que, depois de um pequeno alívio, as previsões do mercado para a inflação brasileira deste ano voltaram a piorar.
A estimativa é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche o ano em 9,29% – na semana anterior, a taxa esperada, depois de duas quedas, era de 9,28%. Se confirmado, será o maior índice em 12 anos, ou seja, desde 2003 – quando somou 9,30%.
Segundo economistas, a alta do dólar e, principalmente, dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros) pressiona os preços em 2015. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.
Para 2016, os economistas das instituições financeiras elevaram sua expectativa de inflação de 5,51% para 5,58% na última semana. Foi a quinta alta seguida do indicador – que continua se distanciando da meta central de 4,5% fixada para o ano que vem.
Pelo sistema que vigora no Brasil, a meta central para 2015 e 2016 é de 4,5%, mas, com o intervalo de tolerância existente, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida. Com isso, a inflação deverá superar o teto do sistema de metas em 2015, algo que não acontece desde 2003.
Produto Interno Bruto
Para o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, os analistas passaram a estimar, na semana passada, uma retração de 2,44%. Foi a oitava queda seguida deste indicador. Até então, a expectativa do mercado era de um recuo de 2,26% para o PIB de 2015. Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 – quando foi registrada uma queda de 4,35%
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Para 2016, os economistas das instituições financeiras passaram a prever uma contração de 0,5% na economia do país - na quinta revisão para baixo seguida. Na semana anterior, os analistas haviam estimado uma retração de 0,40% para a economia no próximo ano. Para se ter uma ideia, no início de 2015, a previsão dos economistas era de uma expansão de 1,8% para a economia brasileira no ano que vem.
Se a previsão se concretizar, será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de contração na economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira registrou retração 1,9% no segundo trimestre de 2015, em relação aos três meses anteriores, e o país entrou na chamada "recessão técnica", que ocorre quando a economia registra dois trimestres seguidos de queda. De janeiro a março deste ano, o PIB teve baixa de 0,7% (dado revisado).
Taxa de juros
Após o Banco Central ter mantido os juros estáveis em 14,25% ao ano na semana passada, o maior patamar em nove anos, o mercado manteve a estimativa de que não devem ocorrer novos aumentos de juros em 2015. Para o fim de 2016, a estimativa ficou estável em 12% ao ano - o que pressupõe reduções da taxa Selic ao longo do ano que vem.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.
Câmbio, balança e investimentos
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2015 avançou de R$ 3,50 para R$ 3,60 por dólar. Para o término de 2016, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio subiu de R$ 3,60 para R$ 3,70.
A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2015 subiu de US$ 8 bilhões para US$ 8,9 bilhões de resultado positivo. Para 2016, a previsão de superávit cresceu de US$ 16,80 bilhões para US$ 20 bilhões.
Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 65 bilhões. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte caiu de US$ 65 bilhões para US$ 63,95 bilhões.
fonte agencia brasil.
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O mercado ficou mais pessimista em relação ao futuro da economia brasileira. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, a expectativa é de mais inflação e retração maior da economia brasileira tanto em 2015 quanto em 2016.
O documento, conhecido como Focus, é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras, e mostra que, depois de um pequeno alívio, as previsões do mercado para a inflação brasileira deste ano voltaram a piorar.
A estimativa é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche o ano em 9,29% – na semana anterior, a taxa esperada, depois de duas quedas, era de 9,28%. Se confirmado, será o maior índice em 12 anos, ou seja, desde 2003 – quando somou 9,30%.
Segundo economistas, a alta do dólar e, principalmente, dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros) pressiona os preços em 2015. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.
Para 2016, os economistas das instituições financeiras elevaram sua expectativa de inflação de 5,51% para 5,58% na última semana. Foi a quinta alta seguida do indicador – que continua se distanciando da meta central de 4,5% fixada para o ano que vem.
Pelo sistema que vigora no Brasil, a meta central para 2015 e 2016 é de 4,5%, mas, com o intervalo de tolerância existente, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida. Com isso, a inflação deverá superar o teto do sistema de metas em 2015, algo que não acontece desde 2003.
Produto Interno Bruto
Para o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, os analistas passaram a estimar, na semana passada, uma retração de 2,44%. Foi a oitava queda seguida deste indicador. Até então, a expectativa do mercado era de um recuo de 2,26% para o PIB de 2015. Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 – quando foi registrada uma queda de 4,35%
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Para 2016, os economistas das instituições financeiras passaram a prever uma contração de 0,5% na economia do país - na quinta revisão para baixo seguida. Na semana anterior, os analistas haviam estimado uma retração de 0,40% para a economia no próximo ano. Para se ter uma ideia, no início de 2015, a previsão dos economistas era de uma expansão de 1,8% para a economia brasileira no ano que vem.
Se a previsão se concretizar, será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de contração na economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira registrou retração 1,9% no segundo trimestre de 2015, em relação aos três meses anteriores, e o país entrou na chamada "recessão técnica", que ocorre quando a economia registra dois trimestres seguidos de queda. De janeiro a março deste ano, o PIB teve baixa de 0,7% (dado revisado).
Taxa de juros
Taxa de juros
Após o Banco Central ter mantido os juros estáveis em 14,25% ao ano na semana passada, o maior patamar em nove anos, o mercado manteve a estimativa de que não devem ocorrer novos aumentos de juros em 2015. Para o fim de 2016, a estimativa ficou estável em 12% ao ano - o que pressupõe reduções da taxa Selic ao longo do ano que vem.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.
Câmbio, balança e investimentos
Câmbio, balança e investimentos
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2015 avançou de R$ 3,50 para R$ 3,60 por dólar. Para o término de 2016, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio subiu de R$ 3,60 para R$ 3,70.
A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2015 subiu de US$ 8 bilhões para US$ 8,9 bilhões de resultado positivo. Para 2016, a previsão de superávit cresceu de US$ 16,80 bilhões para US$ 20 bilhões.
Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 65 bilhões. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte caiu de US$ 65 bilhões para US$ 63,95 bilhões.
fonte agencia brasil.
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quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Produção industrial cai em julho e acumula queda de 6,6% em 2015, diz IBGE
A produção industrial do Brasil diminuiu 1,5% de junho para julho, divulgou hoje (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação de julho com o mesmo mês do ano anterior, a queda chegou a 8,9%. Em 2015, o Brasil acumula perdas de 6,6% na produção industrial, segundo o IBGE. Nos últimos 12 meses, a queda chega a 5,3%.
Colisão frontal é acidente que mais provoca mortes em rodovias federais
Apesar de representarem apenas 4% dos acidentes registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), as colisões frontais provocam 30% das mortes nas estradas brasileiras e lideram oranking de óbitos nas rodovias que cortam o Ceará. Em 2014, nas 11 rodovias federais que passam pelo estado, ocorreram 170 acidentes com 72 mortes. Este ano, a Superintendência da PRF no Ceará já registrou 75 acidentes com 30 mortes. A principal causa desse tipo de acidente são as ultrapassagens irregulares.
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