quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Beto então renunciou e lançou a candidatura da namorada pelo PRB, com limite de gasto de até R$ 500 mil. Lidiane, que sequer possuía bens registrados em seu nome, acabou se elegendo com 50,2% dos votos válidos (9.575) frente ao principal adversário, o médico Dr. Francisco (PMDB), que obteve 48,7% (9.289). Beto então assumiu a Secretaria Municipal de Assuntos Políticos e acabou preso na "Operação Éden", na quinta-feira
"Eu compro é que eu quiser. Gasto sim com o que eu quero. Tô nem aí pra o que achem. Beijinho no ombro pros recalcados". Em outro post, ela diz: "Devia era comprar um carro mais luxuoso porque graças a Deus o dinheiro ta sobrando.
FONTE G1.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
MA MÓVEIS - MARCENARIAS ALVES
Transformando a sua casa em um novo lar!
Proprietário: Acácio Alves Ferreira
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Desde já agradecemos sua preferência.
Confira abaixo fotos de nosso Trabalhos.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Cerca de 25% dos aluguéis nas cidades têm peso excessivo para famílias
Um em cada quatro imóveis alugados nas cidades brasileiras (25,7%)
tem peso de 30% ou mais no orçamento dos locatários. Segundo a Síntese
de Indicadores Sociais, do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE),
esse é um ônus considerado excessivo por vários órgãos nacionais e internacionais. O problema afeta 5,2% do total de domicílios urbanos. Em 2004, esse percentual era 4,4%. Entre as unidades da Federação, o maior índice é encontrado no Distrito Federal: 9,5% do total. O menor está no Piauí: 1,2%.
esse é um ônus considerado excessivo por vários órgãos nacionais e internacionais. O problema afeta 5,2% do total de domicílios urbanos. Em 2004, esse percentual era 4,4%. Entre as unidades da Federação, o maior índice é encontrado no Distrito Federal: 9,5% do total. O menor está no Piauí: 1,2%.
Entre as famílias com renda domiciliar per capita
até meio salário mínimo, 11,6% dos domicílios urbanos eram ocupados por
famílias que pagam preço excessivo para seu orçamento. Isso representa
mais da metade (55%) do total dos aluguéis para essa faixa de renda.
A
pesquisa do IBGE constatou também que 70,6% dos domicílios particulares
permanentes urbanos têm abastecimento por rede de água geral, esgoto
sanitário ligado à rede coletora e coleta de lixo. Há, no entanto,
diferenças regionais. Enquanto no Sudeste, o percentual atinge 91,1%, na
Região Norte alcança apenas 21,2% dos imóveis urbanos.
Há
grandes diferenças também entre os estados. Enquanto em São Paulo, 95,5%
dos domicílios têm saneamento adequado, no Amapá a cobertura é 2,4%.
Ainda segundo o estudo, o número de lares com computador, internet,
aparelho de DVD, TV em cores e máquina de lavar (tudo junto) subiu de
21% em 2004 para 34,5% em 2013.
Dados do IBGE indicam que 90% das mulheres jovens com filhos deixam de estudar.
Apenas uma em cada dez mulheres brasileiras entre 15 anos e 29
anos com pelo menos um filho continua estudando. Outras 41,8%
conseguiram concluir o ensino médio, mas não avançaram nos estudos e
48,2% largaram a escola sem terminar a educação básica. Os dados são da
Síntese de Indicadores Sociais, do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Entre as mulheres sem filhos da mesma faixa
etária, a proporção das que continuam a estudar supera 51,2%. Apenas
11,2% abandonaram a escola sem concluir o ensino médio.
Com
relação às mulheres de 15 anos a 17 anos, apenas 28,4% continuam a
estudar, mesmo tendo filho. Entre as sem filhos, a proporção chega a
88,4%. “Isso chama a atenção para a necessidade de um incentivo do
governo ou para a construção de creches, para que as pessoas não
interrompam estudos ou que voltem a estudar”, salientou a pesquisadora
Cíntia Simões, do IBGE.
Os números também verificaram a razão de
dependência de jovens (abaixo de 15 anos) e idosos (acima de 60 anos) em
relação à população em idade ativa (de 15 anos a 59 anos). A razão caiu
de 58,3 pessoas, em 2004, para 54,6, em 2013. Esses dados significam
que, para cada 100 pessoas em idade ativa, havia 54,6 jovens ou idosos.
A
tendência, no entanto, é que a razão de dependência volte a crescer nos
próximos anos, porque, apesar da redução da população mais jovem,
haverá aumento da população idosa. Em 2030, a razão subirá para 59,4. Em
2080, haverá mais dependentes do que pessoas em idade ativa: 104,5.
Isso ocorrerá principalmente por causa dos idosos, pois haverá 76,1
pessoas nesta faixa etária para cada 100 pessoas em idade ativa.
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